quinta-feira, 17 de outubro de 2013
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Alerta: novo vírus se disfarça de site bancário
Fique atento ao acessar sua conta no internet banking
Usuários de internet banking, um alerta: segundo especialistas em segurança digital, novos vírus se disfarçam cada vez mais de simples sites bancários. O objetivo nem é destruir algo dentro do computador, mas coletar informações sobre o usuário e, assim, roubá-lo.
Esta notícia não seria tão nova, já que há uma centena de e-mails que se disfarçam de comunicados dos bancos para poder instalar programas em seu computador e liberar acesso remoto para quem quiser. No entanto, a novidade é uma nova leva de hackers que estão montando um vírus que, quando instalado no computador, mascara o site do banco do usuário. A partir daí, são coletadas informações como data de nascimento, senhas e muito mais em um site que é praticamente idêntico ao do banco.
O diretor executivo da empresa Trusteer, responsável pelo programa de segurança Rapport, disse que quando você entra no site correto do banco, digitando seu endereço tradicional, o vírus redireciona o usuário para um outro site, idêntico ao do banco. Após este redirecionamento, aparece uma mensagem supostamente enviada pelo banco e dados do correntista são solicitados.Segundo o jornal britânico Daily Mail, algumas vítimas espanholas tiveram seu número de celular alterado no cadastro do banco. Assim, quando a pessoa clicava para recuperar a senha, ela era enviada para outro celular, dos bandidos. Pode parecer estranho, mas esta mudança de número era feita pelo próprio usuário, que era notificado pelo site mascarado sobre uma alteração no número do celular.
Uma dica para saber se você está no site verdadeiro do banco em que é correntista, é colocar seus dados errados nos campos de agência e conta. Se a página carregar corretamente sem nenhum aviso, é que você não está no site de seu banco.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Freio wireless para bicicleta: vêm aí ABS e EBD
"O freio wireless de bicicleta nos fornece o brinquedinho necessário
para otimizar essas técnicas para que eles operem em sistemas muito mais
complexos." [Imagem: Angelika Klein/Uni_Saarland]
Freio sem fios
Um engenheiro alemão construiu um freio wireless para bicicletas que não é apenas extremamente eficiente, mas também virtualmente à prova de falhas.
Enquanto o conceito de "drive-by-wire" é antigo quando se
trata de automóveis - quando os cabos de acionamento são substituídos
por fios - a ideia é mais recente no caso das bicicletas.
Mas o professor Holger Hermanns, da Universidade de Saarland, achou
que já dava para eliminar também os fios, e resolveu criar o freio wireless - portanto, uma geração à frente do drive-by-wire.
Segurança máxima
Para isso, além do desafio técnico de construir o próprio freio, ele teve que se preocupar com uma questão fundamental: a segurança.
Usando sistemas de controle eletrônico e replicando os circuitos, o pesquisador afirma ter atingido um nível de segurança de 99,999999999997%.
Com tantos noves, é muitíssimo mais fácil ser atingido por um meteorito do que sofrer um acidente com a magrela por uma falha nos freios - em cada 1 trilhão de brecadas, haverá três falhas.
"Não é perfeito, mas é aceitável," diz o engenheiro.
No freio wireless não há nem mesmo uma alavanca de freio: tudo o que ciclista precisa fazer é apertar a manopla de borracha que recobre o guidão.
Sensores de pressão embutidos no plástico detectam a pressão e enviam o sinal - quanto maior é a pressão, mais forte será a brecada.
ABS para bicicletas
Para não haver falhas, os transmissores da rede sem fios são replicados, garantindo que o sinal chegue ao sistema de frenagem propriamente dito mesmo se houver erros de transmissão na rede.
Se tudo funcionar bem, o freio é acionado em 250 milissegundos.
Esse tempo de acionamento significa que o ciclista que estiver a uma velocidade de 30 km/h conseguirá parar em dois metros.
Mas os engenheiros não ficaram satisfeitos, e agora vão criar um freio ABS para bicicletas.
"Não é difícil integrar um sistema anti-travamento dos freios e um controle de tração. Vai precisar apenas de alguns ajustes," garante Hermanns.
É muitíssimo mais fácil ser atingido por um meteorito do que sofrer um
acidente com a magrela por uma falha nos freios. [Imagem: Angelika
Klein/Uni_Saarland]
Sistemas mais complexos
As redes sem fio nunca são um método à prova de falhas. Mas é necessário reduzir ao máximo as ocorrências para que esses sistemas possam equipar equipamentos maiores, como carros e trens, como se espera que ocorra em um futuro próximo.
Por isto o Dr. Hermanns decidiu começar com a bicicleta, que pode ser testada com riscos reduzidos.
Segundo ele, o mais importante do trabalho são os modelos matemáticos e os algoritmos que ele e sua equipe desenvolveram, que monitoram continuamente o funcionamento de cada componente individual do freio, assim como sua interação.
Esses algoritmos poderão ser usados em sistemas maiores e mais complexos.
"O freio wireless de bicicleta nos fornece o brinquedinho necessário para otimizar essas técnicas para que eles operem em sistemas muito mais complexos," afirma ele.
Ponte solar vai gerar quase 1 MW de energia
Esta será a maior ponte solar do mundo.[Imagem: Network Rail]
Ponte solar
Começou a ser construída em Londres, no Reino Unido, a maior ponte solar do mundo.
A ponte vitoriana sobre o rio Tâmisa, construída em 1886, será transformada na fundação da estação Blackfriars.
Sobre ela, a empresa japonesa Sanyo está instalando 4.400 painéis solares fotovoltaicos, criando uma usina solar capaz de gerar 1,1 MW de energia.
Os painéis estão sendo instalados na forma de um teto de 6.000 metros quadrados.
Para compensar a cobertura, "tubos solares" serão usados para captar a
luz do Sol e direcioná-la para a iluminação interna. [Imagem: Network
Rail]
Usina solar
Em média, os engenheiros calculam que a ponte solar deverá gerar 900.000 kWh de energia, suprindo 50% do consumo da estação e reduzindo as emissões de carbono em 511 toneladas por ano.
Outras técnicas ambientalmente corretas que estão sendo instaladas na estação incluem um sistema de coleta de água da chuva, para uso nos banheiros e na limpeza, e "tubos solares", para captar a luz do Sol e direcioná-la para a iluminação interna.
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